top of page

Sua alimentação está sabotando sua performance esportiva?

Estudo de 2025 revela que atletas — até os mais experientes — consomem menos energia, proteínas e fibras do que o necessário para evoluir.



Se você treina com dedicação, mantém regularidade nos treinos, busca melhorar sua composição corporal, mas sente que seus resultados não refletem esse esforço… talvez o problema não esteja no treino — mas sim no que está no seu prato.

Um estudo publicado em fevereiro de 2025, no Journal of Science and Medicine in Sport, avaliou os hábitos alimentares de 355 atletas australianos, sendo 207 homens e 148 mulheres, de diferentes modalidades e níveis de competição (recreativo a elite). O objetivo? Investigar se a alimentação desses atletas estava adequada para suportar a demanda metabólica do treino e da recuperação.

E os achados foram alarmantes.


Os principais erros nutricionais dos atletas

Segundo o estudo de Brown et al. (2025):

  • 63% dos atletas apresentaram ingestão energética inferior à recomendação mínima, ou seja, consumiam menos calorias do que o necessário para manter o próprio metabolismo basal e a carga de treinos.

  • 72% não atingiram a recomendação mínima de ingestão proteica (1,2 a 2 g/kg/dia), o que pode comprometer seriamente o ganho de massa muscular, a força e a recuperação pós-treino.

  • Apenas 27% das mulheres e 38% dos homens consumiam carboidratos suficientes para sustentar treinos intensos (abaixo de 3 g/kg/dia em média).

  • E um dado que chama muita atenção: mais de 60% dos atletas consumiam menos fibras do que o mínimo recomendado — 25g/dia para mulheres e 38g/dia para homens.


Essas deficiências comprometem não só o desempenho físico, mas também a saúde intestinal, imunidade, sono, humor e até a motivação para treinar.


🦠 A saúde intestinal também sofre

O estudo também discutiu o impacto de uma dieta pobre em fibras para a microbiota intestinal dos atletas. Baixa ingestão de fibras significa menor diversidade de bactérias benéficas, maior risco de disbiose intestinal e mais sintomas como:

  • Estufamento e gases frequentes

  • Constipação ou diarreia

  • Baixa imunidade e infecções recorrentes

  • Falta de energia e má recuperação muscular

A maioria dos atletas estudados ingeria menos de 15g de fibras por dia — valor muito abaixo do ideal. Isso mostra o quanto uma alimentação rica em alimentos ultraprocessados ou com excesso de refinados pode afetar diretamente não apenas o intestino, mas a performance como um todo.


🧠 Nutrir não é só comer — é estratégia

Esse estudo de 2025 reforça algo que sempre explico para meus pacientes: alimentação não é só quantidade — é qualidade, consistência e adequação.

Muitas vezes, atletas (inclusive amadores) consomem "comida suficiente", mas não atingem os nutrientes mínimos para sustentar o progresso. É comum vermos:

  • Café da manhã pobre em proteínas

  • Almoço e jantar com pouca variedade de vegetais

  • Uso excessivo de snacks industrializados

  • Falta de planejamento alimentar nos dias corridos

Esses erros vão se somando… e o resultado é: treino sem resultado, corpo cansado, intestino travado, e a frustração de se esforçar muito, mas não evoluir.

✅ Como corrigir isso?

A boa notícia é que isso tem solução — e começa por uma alimentação personalizada. Um plano bem estruturado pode:

  • Garantir ingestão adequada de calorias e proteínas, mesmo em processos de emagrecimento

  • Aumentar o consumo de fibras e micronutrientes com alimentos de verdade

  • Ajustar horários e combinações para melhorar energia, rendimento e composição corporal

  • Minimizar sintomas gastrointestinais, melhorando o conforto intestinal e a disposição.


📣 Você não precisa fazer isso sozinho(a)

Se você treina com dedicação e quer evoluir mais — seja em performance, estética ou saúde —, venha para o meu acompanhamento nutricional personalizado!


📥 Vamos montar um plano alimentar e suplementação com base no seu metabolismo, rotina e objetivos reais! Clique aqui e agende seu horário.



Referência

Brown, R., et al. (2025). Nutritional practices and performance outcomes in recreational and competitive athletes: A cross-sectional analysis.Journal of Science and Medicine in Sport.

DOI: 10.1016/j.jsams.2025.02.001

 
 
 

Comentários


  • Whatsapp
bottom of page